
Braulio Tavares (Campina Grande, 1950) tem a palavra como sua matéria-prima e, a ela, dedica-se em suas várias formas de expressão literária, seja nos ensaios, na poesia, na ficção insólita, na dramaturgia, no cordel, na tradução e organização de antologias.
Pela Bandeirola, publicou A Espinha Dorsal da Memória (prêmio Caminho de Ficção Científica), Mundo Fantasmo, Não Ficções e, também, organizou, traduziu e prefaciou Crimes Impossíveis, antologia de contos clássicos de crimes de “quarto fechado”.
Foto: Cynthia Dorneles